Grab the Future. Our Legacy: Entrevista a Maria Inês Ribeiro

ISEG Executive Education  / 25.02.2021

 

Maria Inês Ribeiro é Técnica de Sustentabilidade no Núcleo de Sustentabilidade da Universidade de Lisboa (UL) e foi aluna da Pós-Graduação em Gestão da Sustentabilidade. Em entrevista ao ISEG Executive Education, partilhou a sua experiência ao frequentar esta Pós-Graduação, bem como o respetivo impacto no seu percurso profissional. 

 

Em que fase da sua carreira estava quando decidiu realizar uma Pós-Graduação? Qual a sua motivação para a realizar?

A minha formação base é Engenharia do Ambiente e o meu percurso profissional tem estado ligado a esta área e à cooperação internacional. Em 2019, vivia em São Tomé e Príncipe, o projeto em que estava envolvida ia terminar, sabia que queria voltar a Portugal, mas como não sabia bem ao que me queria dedicar a seguir, escolhi aprofundar conhecimentos em Gestão da Sustentabilidade, uma área que me interessa sobretudo por lhe reconhecer um papel crítico e fundamental no contexto atual.

 

Uma Pós-Graduação, como a Pós-Graduação em Gestão da Sustentabilidade, é um programa estruturante, com duração aproximada de um ano. O que destaca no seu percurso enquanto aluna? 

O programa é bastante completo e dá-nos a possibilidade de analisar a sustentabilidade corporativa de várias perspetivas, compreendendo os desafios e aprendendo a procurar as soluções, mas a verdade é que, no fim, como em quase tudo, são as pessoas que fazem valer a pena. Éramos um grupo de 24 alunos, com um leque grande de idades e backgrounds, mas estávamos todos ali porque tínhamos a vontade comum de trazer a sustentabilidade para o centro e as discussões que se geravam eram muito interessantes. Acresce, claro, alguns professores incríveis, com percursos profissionais admiráveis e com quem foi um prazer aprender.

 

Qual o impacto imediato que a Pós-Graduação teve no seu percurso profissional? 

Quando comecei a Pós-Graduação, o objetivo passava por poder direcionar a minha atividade profissional para esta área e, felizmente, foi isso que aconteceu. Comecei recentemente um novo desafio profissional, no Núcleo de Sustentabilidade da Universidade de Lisboa, o que vejo como uma grande oportunidade.

 

Atravessamos um período desafiante e muito incerto, que, no entanto, também é gerador de oportunidades. Que ambições tem para o seu futuro profissional? 

O meu percurso profissional tem sido um pouco hiperativo. Tenho a imensa sorte de com apenas cinco anos de experiência profissional já ter colaborado em projetos muito diversos em Portugal e nos PALOP, que me ajudaram a perceber o que queria (e o que não queria) fazer. A curto prazo, o meu principal objetivo passa por aproveitar a oportunidade de colaborar com uma instituição tão relevante como a UL e contribuir para uma sociedade melhor, colaborando na incorporação dos princípios do desenvolvimento sustentável e contribuindo para fazer da UL uma referência, também do ponto de vista da sustentabilidade. Daqui a uns anos, é bem possível que queira regressar aos PALOP e ao mundo da cooperação internacional.

 

Que importância dá à formação para alcançar esses objetivos?

Quer a Engenharia do Ambiente, quer a Sustentabilidade, são áreas transdisciplinares, em constante evolução, que exigem continuamente soluções novas e criativas. A aprendizagem contínua revela-se muito importante para ser capaz de dar resposta aos desafios novos que vão surgindo. Além disso, ainda me falta aprender muita coisa: a curto prazo, por exemplo, quero aprofundar conhecimentos nas áreas da Gestão, da Comunicação e do Marketing.

 

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Autor: ISEG Executive Education