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Grab the Future. Our Legacy: Entrevista a António Leitão

António Leitão é Controller Financeiro na Fundação Calouste Gulbenkian  e foi aluno da Pós-Graduação em Análise Financeira. Em entrevista ao ISEG Executive Education, salientou a qualidade dos conteúdos programáticos e do corpo docente do programa, bem como a importância da aposta na formação, enquanto “forma de atualização” relativamente às “melhores práticas existentes”.

 

Em que fase da sua carreira estava quando decidiu realizar uma Pós-Graduação? Qual a sua motivação para a realizar? 

Depois de um curso de Economia e de experiências diversificadas no estrangeiro, trabalhava em Planeamento e Controlo de Gestão numa empresa industrial do PSI20. Tendo em conta que a empresa compete num contexto internacional e está sujeita a forças globais, é importante compreender temas como a gestão de dívida e de tesouraria, as obrigações de uma empresa cotada, as suas escolhas em relação à estrutura de capital próprio e alheio, as melhores práticas respeitantes à análise de projetos de investimento, etc. O estudo destas questões, na Pós-Graduação, robustece a análise e reporte da atividade e permite uma comunicação mais fluída, numa “língua franca” financeira, com os responsáveis de diferentes áreas da empresa.

 

Uma Pós-Graduação, como a Pós-Graduação em Análise Financeira, é um programa estruturante, com duração aproximada de um ano. O que destaca no seu percurso enquanto aluno? 

O programa conjuga o ecletismo com a profundidade das matérias dadas. Sobretudo para os que trabalham ou querem trabalhar em grandes organizações, é útil conhecer como a empresa se enquadra no ambiente regulatório, fiscal, económico, financeiro, de investimento, etc. Ficarão, assim, capacitados para exercer as suas funções, ficando mais conscientes dos seus impactos nas operações. Dito isto, para quem ambiciona concentrar-se em mercados financeiros, apreciará o nível elevado de detalhe nas disciplinas mais ligadas às finanças, como análise de ações e obrigações, derivados e gestão de risco. Além do conhecimento teórico, a Pós-Graduação fornece aos alunos ferramentas para uso no seu trabalho e, sobretudo, a possibilidade de trocar impressões com colegas e professores sobre questões práticas com que se deparem. Tendo em conta que o corpo docente alia um sólido conhecimento académico a experiência em diversas organizações relevantes para a economia Portuguesa, a sua visão é particularmente relevante.

 

Qual o impacto imediato que a Pós-Graduação teve no seu percurso profissional? 

Ganhar e consolidar conhecimento, quer ao nível teórico, quer ao nível metodológico. Além de aprender melhores práticas que devem ser usadas no quotidiano, a familiarização com os mercados financeiros abre novos horizontes profissionais, dado que afetam em menor ou maior grau todas as organizações, nomeadamente considerando a crescente “financeirização” da sociedade. Incorporar a forma de raciocinar das finanças (exemplo: binómio risco/rendibilidade) permite compreender melhor os riscos e oportunidades que se colocam às organizações.

 

Atravessamos um período desafiante e muito incerto, que, no entanto, também é gerador de oportunidades. Que ambições tem para o seu futuro profissional? 

O risco foi certamente sentido pelos alunos desta Pós-Graduação, quando tiveram de analisar uma empresa do setor da aviação no início da pandemia. Mas, para além das tarefas concretas, as aulas passaram a ambiente online, com as dificuldades decorrentes: dificuldade de concentração face às distrações caseiras, interação com colegas e professores menos dinâmica, ausência de coffee-breaks para desanuviar com os colegas… O reverso da moeda é que também forçou a uma digitalização da aprendizagem, com maior recurso ao ábaco do nosso tempo (o programa Excel) e recurso a novas plataformas (exemplo: quiz). De forma semelhante, para ser um excelente profissional nos dias de hoje, é importante não apenas conhecer a técnica, mas sobretudo aplicá-la com bom senso a um mundo em constante mudança. A capacidade de adaptação é vital para quem quer ajudar as organizações a sobreviverem e prosperarem num mundo cheio de cisnes negros.

 

Que importância dá à formação para alcançar esses objetivos?

Para desempenhar as funções de forma fiável e eficiente, a formação é importante enquanto forma de atualização de melhores práticas existentes (ao nível teórico, de ferramentas de trabalho, etc.). O diálogo que estimula entre professores e alunos permite adquirir conhecimento que estaria vedado caso a educação fosse em “sentido único” (exemplo: ler um livro). Além disso, aprender sobre diferentes áreas e os vários tipos de raciocínio que as caracterizam permite alargar os horizontes, aumentando a polivalência dos formandos e tornando-os mais conscientes das tendências que afetam o seu trabalho.

 

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