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Quadros dirigentes da CAP realizam formação no ISEG Executive Education

 

“Desenvolvimento em Gestão e Soft Skills” foi o mote da solução de formação customizada que juntou no ISEG Executive Education os quadros dirigentes da Confederação dos Agricultores de Portugal (CAP), com o objetivo de adquirirem competências na área da gestão e soft skills.

Eduardo de Oliveira e Sousa, Presidente da CAP, acredita que “a valorização das pessoas deve ser uma constante nas organizações”, tendo sido este o motivo que levou a CAP a avançar com esta solução de formação customizada no ISEG Executive Education, porque “melhorando a capacidade individual, o resultado do todo será seguramente melhor”, acrescenta. Para o Presidente da confederação, a expectativa é que estes objetivos sejam alcançados e que esta formação tenha, portanto, um impacto positivo no seio da CAP, uma vez que a motivação dos colaboradores para realização da mesma “foi sentida desde a primeira hora”.

 

 

Takeaways do programa

Luís Mira, Secretário-Geral da CAP, destaca “as matérias relacionadas com tecnologia, digitalização e redes sociais” como sendo “aquelas que mais contribuíram” para o seu conhecimento. A par destas matérias, Ana Carrilho, chefe do Departamento Técnico da CAP, salienta também “a gestão de conflitos e as ferramentas de gestão ”. 

Ana Carrilho refere que, apesar da consciência que todos já tinham de que “o mundo mudou muito”, foi possível concretizar “muitas dessas mudanças nos módulos apresentados”. Neste sentido, sublinha a importância do programa, ao contribuir para “abrir os horizontes” dos participantes. “No conjunto, foi muito interessante”, acrescenta.

De olhos postos no futuro, o Secretário-Geral da CAP conclui que “a comunicação e a nova visão do mundo mais digital foram muito importantes para aquilo que a CAP será nos próximos anos”.

O programa de formação teve início em janeiro de 2020 e juntou em formação, ao longo de 92 horas, 25 quadros dirigentes da CAP. A sessão de entrega de diplomas aconteceu a 20 de julho, no ISEG, e marcou de forma solene o final do curso, tendo sido garantidas e respeitadas todas as normas de segurança vigentes, de acordo com as indicações das autoridades de saúde.

 

O impacto da pandemia no programa e no setor agrícola

A atual pandemia surgiu no decorrer deste programa de formação e veio causar alterações, quer no desenrolar do mesmo quer no próprio setor agrícola. Se por um lado as sessões de formação tiveram de ser adiadas e de passar a decorrer em salas de maior dimensão e com maior distanciamento físico entre os participantes, de forma a garantir a segurança de todos, por outro lado, o setor agrícola sofreu uma grande mudança, para a qual o programa ajudou a preparar e sensibilizar os participantes.

 

 

O impacto da atual pandemia é elevado no setor, nomeadamente com a grande “quebra de mercados e exportações, alguns perto dos 100%”, indica Eduardo de Oliveira e Sousa. O presidente da CAP refere que “o setor, pela sua resiliência, não parou nem pode parar, mas as perdas são muito elevadas causando enormes dificuldades à tesouraria e manutenção dos postos de trabalho”. “A recuperação será lenta e dolorosa”, acrescenta. No entanto, o presidente indica que o setor se encontra “num momento de viragem”, uma vez que as “novas regras e ambições a nível europeu” e as “preocupações com o ambiente e descarbonização da economia” vão dominar o setor nos próximos tempos. Neste sentido, a CAP “com um corpo técnico de excelência, reforçado agora com o programa realizado no ISEG Executive Education, é a entidade de proximidade e ligação aos agricultores, na análise e construção de contributos para as novas medidas de política em construção.”

Para a recuperação do setor, poderão contribuir, entre muitos fatores, a aposta na inovação e no desenvolvimento da marca Portugal. O setor agrícola tem-se vindo a consolidar em grande medida em termos tecnológicos, de que são exemplo a utilização de robots, drones, GPS, raios laser, entre outros, em atividades como a “produção de milho e tomate para a indústria, a viticultura e produção de vinho, a olivicultura, fruticultura e alimentação animal”, indica Eduardo de Oliveira e Sousa. Por outro lado, o programa ‘Portugal Sou Eu’ tem-se vindo a tornar “fundamental para potenciar a valorização dos produtos nacionais e integração do trabalho dos portugueses”, salienta o Presidente da CAP. Trata-se de um programa que, “conjugado com ações de valorização externa e da criação da marca Portugal, resultará na agregação de valor e mais valias ao nível dos produtos nacionais”, remata.

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